Quando entrei na
quela casa, tudo era minúsculo. Tive alguma dificuldade em andar lá, mas
consegui safar-me. Foi dar uma volta a procura de alguém, mas não encontrai ninguém.
Para sair de casa já foi muito difícil porque a porta era pequena, para andar
mal conseguia. Para conseguir sair tive de sair pelo telhado porque a porta era tão pequena que só cabia um dedo. Quando sai percebi que era o maior do universo
porque via todos os planetas como bolas de futebol. Conseguia brincar com os planetas,
mas havia um que queimava era o sol. Era o mais brilhante, luminoso, lindo e
quente, quando me atrevi a tentar tocar nele para jogar a bola. Não consegui, começava logo a lançar
os seus raios solares que continuava a ser perigoso. Certo tempo começava a ver
uma coisa a ir contra mim. Não sabia bem o que era, porque eu pensava era o único
vivo no universo. Quando chegou ao pé de mim vi que era um cão, ficai tão contente
por saber que havia seres vivos.
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