O
texto conta uma ida à praia entre uma avó e o seu neto. Era uma manhã bonita e
eles iam alegres.
O
neto levava um balde para apanhar conchas e búzios. A avó estava orgulhosa por
ainda poder cuidar do seu neto.
Então
tirou a roupa e os óculos, meteu ambos em cima dum rochedo e foi para a água. O
neto não assustava a avó a nadar para longe nem mergulhando profundamente pois
sabia que ela era assustadiça. Quando voltou a terra viu que os óculos tinham
desaparecido. Mas a avó pensou que no dia seguinte logo iria comprar uns
óculos. Só que isso foi início dos males. Então o tempo piorou.
Entretanto, ela
percebeu que estavam perdidos e o neto tinha espetado uma farpa no dedo do pé.
Lembrou-se de
outros tempos em que tinha perdido uma criança e sentou-se na areia ao lado do
neto para descansar. Apetecia-lhe chorar mas não se podia dar como vencida.
Nisto, o neto
vê o cão que os ajudou. Estavam a salvo. Já no café, beberam uma
bebida quente e sorriram um para o outro. E o mundo lá fora voltou a ser
perfeito.
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